
Fotos por Pat Sakura
A contagem regressiva para a celebração do aniversário de 8 anos da Tribe já começou. Nestes anos, mais de 300 mil pessoas estiveram presentes em mais de 40 edições da festa em todo o país. Uma celebração capaz de mover multidões de apaixonados e de escrever capítulos importantes no desenvolvimento da cultura eletrônica nacional. E para já ir entrando no clima, a organização da festa divulgou o clipe oficial da Tribe 8 Anos.




A Graciane Ferreira dos Santos a.k.a DJ Gra Ferreira passou sua infância na periferia da capital e adolescência no interior. Batalhadora, trabalhou no interior em Saúde Pública e foi modelo por um tempo em São Paulo. Hoje é residente de uma casa noturna em São Paulo (The Week) e é saudada por milhares de pessoas, especialmente o público GLS.
A DJ cedeu ao Informe Eletrônico uma entrevista nos contando o porque de ter virado DJ, se teve dificuldade, as vantagens de ser mulher e um pouco do seu trabalho:
Informe Eletrônico:
Quando você decidiu ser DJ e por quê?
Gra Ferreira:
Na verdade, nunca havia pensado em ser DJ...mas depois que comecei a trabalhar na noite, no caso a The Week, depois do meu horário de porta, ia direto prá pista prá ver os djs da casa (João Neto, Renato Cecin e Pacheco) e ficava maravilhada com o que eles faziam e a partir daí, comecei a me interssar por música e pela profissão, mas a decisão de começar a tocar veio muito tempo depois e com o incentivo do Marcelu Ferraz, meu companheiro de porta e amigo há mais de 8 anos. O começo, como o de todo mundo, foi difícil, mas aos poucos fui aprendendo mais, me aperfeiçoando mais e conhecendo mais o mundo de música eletrônica. Hoje amo o que faço e agradeço todas as oportunidades que tive de chegar onde estou mas mesmo assim ainda é começo, falta muito para aprender ainda!
I.E:
A sua pesquisa é baseada em quê?
Gra Ferreira:
Meus sets são construídos com base no eletro e tribal, portanto procuro sempre pesquisar coisas atuais, remixes antigos repaginados, músicas que tenham a vibe lá em cima, pois é isso que gosto de ver...a pista fervendo numa vibe ótima, independente de estar fazendo um set "leve" ou "pesado".
A Gra Ferreira fará uma apresentação na OFF CLUB dia 10 de Outubro em comemoração do 9º Aniversário da casa às 23h30min. Ao seu lado, no comando dos decks, estarão os DJs André e Marcinha. A entrada custará R$20,00 mas os interessados podem preencher um formulário no site http://www.offclub.com.br/ e adquirir um desconto para pagar apenas R$15,00.


Este é o sexto Encontro neste formato atual e é a partir desta edição que ganha o nome "Encontro de Malabares, Arte e Cultura", visto que a diversificada presença das linguagens artísticas no evento transcendeu a proposta inicial. A programação dos Encontros possui espaços para apresentações de malabares, circo, teatro, dança, música e poesia, pintura em rosto e em tecido para crianças e adultos, oficinas, vendas de malabares e treino de malabarismo e pirofagia.
Hoje, o projeto possui os objetivos de fomentar a prática do malabarismo em Salvador e a troca de conhecimento entre os artistas e simpatizantes, estimular a produção e a valorização da arte de rua e proporcionar à comunidade o acesso à cultura e arte, tanto como espectadores quanto atuantes.
O evento não possui fins lucrativos
e a Malabares Mágicos não possui qualquer tipo de apoio para realização do projeto. Os custos são inicialmente cobertos pela equipe, o que impossibilita uma maior frequência das suas edições (são realizados Encontros bimestrais ou trimestrais) e melhoras na sua infra-estrutura, como a necessária implantação de banheiros químicos (solicitados e até então negados pela Prefeitura de Salvador).O próximo Encontro de Malabares, Arte e Cultura acontecerá neste sábado dia 27 de Setembro na praça da Rua Osvaldo Cruz (Rio Vermelho) com apresentações de bandas, djs, palhaços, mágico, acrobacia, tecido e malabares, oficinas de malabares e alongamento, pintura em rosto e em tecido, vendas de comidas, bebidas, roupas e malabares, muita arte, cultura e fogo!Estão todos convidados!
Em Raves, mais especificamente festas de Psy a céu aberto, é muito comum ver esse tipo de arte que dá um "toque especial" nas festas. Acreditamos até que o aumento de interesse na arte circense tenha ocorrido devido a popularização das Raves na cidade. Em eventos de local fechado(boites) é menos comum a presença de malabares mas ainda assim não é tão raro encontrar pessoas "brincando" com seu "equipamento de arte" entre as 4 paredes de uma boite.
A economia de Goa é baseada na produção e exportação de óculos escuros, cartucheiras, malabares, pirulitos e tecidos com pinturas fluorescentes. A indústria de Goa também é referência mundial no desenvolvimento de tecnologia para mixers e CDJs.
No vídeo de hoje, vocês podem conferir os habitantes típicos da região, desenvolvendo suas atividades rotineiras em uma típica tarde de sexta-feira.
* Escrito ao som de Raja Ram
** Para saber mais sobre Goa, visite a Wikipedia

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A Jump Up do último sábado - que trouxe, além dos residentes mensais, os DJ’s Cacá e Gabão, entra para a lista das melhores. Talvez não pelo set (sempre) enérgico do DJ Bassick, ou pela inovação do DJ Gabão em seu primeiro set 100% Breakbeat... Ou pelo set de Mascotto, um pouco mais pesado do que de costume, mas sempre muito coeso e contagiante; ou, ainda, o carisma do DJ Cacá, para muitos, novidade.
Então, ao meu ver, além de ser marcada pelo sucesso dos residentes, pela energia dos convidados ou pela vibe típica da Jump Up, a noite foi especial pelo público presente e, sobretudo, pelas “figurinhas” registradas de sempre. É sempre muito notório o fato de que alguns vão e voltam à Jump Up, outros estão em todas as edições, outros são novos, mas há sempre uma parcela de público fidelíssima.
Observando com olhos de quem tinha que fazer uma resenha no dia seguinte, pude perceber pontos relevantes, à exemplo do fato de a casa estar lotada antes da 1 da manhã e a naturalidade com que o DJ Bassick, residente e idealizador do projeto, leva a festa, de modo a não forçar ordem de Line Up ou ordem de execução de tracks em seu set.
O público, que deixa claro as suas preferências, esteve presente do início ao fim da festa. Quando digo “preferências”, me refiro ao movimento da pista na troca dos DJ’s. Embora ninguém desmereça o trabalho de um DJ ou de outro, o público do set de Mascotto é sempre fiel, assim com o público de Bassick está sempre lá, independente do horário do set. Sábado não foi diferente, sempre muito fácil notar pessoas que estão em determinado lugar da pista na hora de uma música específica, de um dado momento da noite. A palavra ideal seria intimidade. Todos, tanto DJ’s quanto público, parecem muito acostumados àquela festa.
O saldo de talento aliado ao profissionalismo dos meninos, Mascotto e Bassick, é uma festa que perdura há mais de um ano, um sucesso de público a cada edição, a passagem de nomes como Andy, Theego, Lovsta, Fabio Kura, Lucky MC, Weirdo, Freeky, Patife, Mauro Telefunksoul, Roots e, por fim, a certeza de que o Drum & Bass soteropolitano está muito bem representado.
Dando segmento ao sucesso de sempre, a próxima edição da festa recebe Bungle, grande nome do DB nacional. Entre parcerias de produção com o DJ Marky e turnês pela Europa, o jovem DJ de São Paulo marca presença nas listas de recordes de vendas em sites de download e acaba de confirmar a turnê pelo Japão, de onde sairá direto para a 15ª edição da Jump Up.
Júlia Galvão (Gema Carioca)